3.2.25

Confissão de Fé de Westminster - A Escritura Sagrada: Fé e Prática

O Capítulo I da Confissão de Fé de Westminster, intitulado "Da Escritura Sagrada", aborda a importância, a autoridade e a interpretação das Escrituras. Segue um resumo sintético dos pontos principais deste capítulo:

  • A luz da natureza e as obras da criação revelam a bondade, sabedoria e poder de Deus, mas não são suficientes para a salvação.
  • Deus revelou a sua vontade à sua Igreja em diversos tempos e modos, e posteriormente, para preservar a verdade, fez com que ela fosse escrita, tornando as Escrituras indispensáveis.
  • A Escritura Sagrada compreende todos os livros do Velho e do Novo Testamento, que foram dados por inspiração divina e são a regra de fé e prática .
  • Os livros Apócrifos não são considerados inspirados por Deus, não fazendo parte do cânon das Escrituras.
  • A autoridade das Escrituras deriva de Deus, seu autor, e não de homens ou da igreja. A persuasão da sua verdade vem da operação interna do Espírito Santo.
  • Tudo o que é necessário para a salvação e a glória de Deus está declarado nas Escrituras ou pode ser deduzido delas. Nada deve ser acrescentado à Escritura, mas é necessária a iluminação do Espírito para a compreensão.
  • Nem tudo na Escritura é igualmente claro, mas o que é necessário para a salvação está suficientemente explicado para que todos possam compreender.
  • O Velho Testamento foi escrito em hebraico, e o Novo Testamento em grego. Tendo sido preservados puros pela providência divina, esses textos são autênticos. Devem ser traduzidos para as línguas vulgares para que todos possam lê-los e estudá-los.
  • A Escritura é a regra infalível de interpretação da própria Escritura; textos mais claros devem ser usados para entender outros.
  • O Juiz Supremo em todas as controvérsias religiosas é o Espírito Santo, que se manifesta por meio das Escrituras.
(obtido via NotebookLM)

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