2.7.26

Sobre mudar ou não o horário do culto no domingo por causa de jogo da Seleção...

Companhia japonesa em início de operações no Brasil é aconselhada pelo RH a dispensar seus funcionários em dias de jogos - e ignora o aviso.

No primeiro dia: recorde de faltas.

No segundo dia, colocam televisores nos setores e mantém a produção ativa.

Resultado: recorde de erros.

No terceiro, capitulam. Interrompem a produção no horário do jogo, atendendo ao bom senso.

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"Mas a Confissão, na pergunta 'tal'...".

Sim, há o dever de respeitar o quarto mandamento, mas também se sabe que aquele que faz a obra do Senhor relaxadamente é maldito - ainda mais com motivos suficientes para não se concentrar no culto, como aquele "ooh" após o ataque da "canarinho", ou o grito de "gol" desavisado de alguém na porta do templo - seguido pelos estampidos entre agradecimentos (ou súplicas, a depender do resultado).

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Não tinha futebol no Antigo Testamento, nem no Novo - mas também não tinha Seleção, nem Brasil, este país no qual o Evangelho, apesar dos trancos e barrancos, cresce a cada dia.

(ao contrário de certas nações, que um dia foram motivo de orgulho...)

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P. S.: Como previsto, muitos por aí fizeram juras de amor ao sábado cristão e meio que impuseram o culto às 19h. Respeito - mas reitero: a concentração, no horário do jogo, será tendendo a zero.

P. S. II: Ironia das ironias, Haaland começou a acabar com o jogo no momento em que muitos saíram de casa para dirigir-se às Igrejas - e o jogo acabou às 19:04h, dentro do "atraso regimental" que costuma ocorrer antes do início de cada culto. 

Quem foi para o serviço divino, portanto, perdeu menos do que se imaginava... mas isso porque não teve prorrogação ou pênaltis. Nesse caso... ainda bem que não teve, né? Menos mal...

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