E vem aí o Big Brother Brasil de sempre ...

Como sempre ocorre em janeiro, posteriormente ao especial de Roberto Carlos e junto com as minisséries globais e as férias da criançada, o Big Brother Brasil reaparece para tirar o sono dos defensores da ''TV de qualidade'' e consolidar a Globo como a grande produtora novelística do país - já que, nesse momento, vamos ter seis novelas em produção simultânea na maior emissora do país, confirmando a nossa vocação para espias do drama alheio e da história romanceada de cada dia.
 
Ou alguém duvida que ''JK'' é uma mininovela, com seus 49 capítulos, e que o BBB a partir da terceira semana deixa de ser simplesmente um jogo para se tornar uma espécie de estorinha interativa, seguindo uma tendência cada vez mais sádica por parte do público até o último capítulo da saga da vez, onde o personagem do ano receberá o milhão de dólares e mais uma vez o ''bem'' vencerá o ''mal''?
 
Não me digam que não é assim, porque está muito perto disso; e funciona, pois o nosso Big Brother é considerado o melhor do mundo pela Endemol e é o único que tem tratamento de gala por parte de uma emissora de elite. Se gostamos ou não, é outra história, mas o fato é que o BBB funcionou justamente porque a Globo resolveu impor seu ''padrão de qualidade'', e isso não se discute - portanto, vamos ao jogo, que ele é de campeonato e vale 1 milhão de reais ao personagem do ano do BBB.
 
...
 
Para pensar, refletir e responder: você toparia perder seis meses de sua vida só pelo gosto de ''estar dentro da telinha''?

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