18.8.26
7.7.26
O protestantismo foi o responsável pela Seleção brasileira deixar de jogar futebol?
2.7.26
Sobre mudar ou não o horário do culto no domingo por causa de jogo da Seleção...
Companhia japonesa em início de operações no Brasil é aconselhada pelo RH a dispensar seus funcionários em dias de jogos - e ignora o aviso.
No primeiro dia: recorde de faltas.
No segundo dia, colocam televisores nos setores e mantém a produção ativa.
Resultado: recorde de erros.
No terceiro, capitulam. Interrompem a produção no horário do jogo, atendendo ao bom senso.
...
"Mas a Confissão, na pergunta 'tal'...".
Sim, há o dever de respeitar o quarto mandamento, mas também se sabe que aquele que faz a obra do Senhor relaxadamente é maldito - ainda mais com motivos suficientes para não se concentrar no culto, como aquele "ooh" após o ataque da "canarinho", ou o grito de "gol" desavisado de alguém na porta do templo - seguido pelos estampidos entre agradecimentos (ou súplicas, a depender do resultado).
...
Não tinha futebol no Antigo Testamento, nem no Novo - mas também não tinha Seleção, nem Brasil, este país no qual o Evangelho, apesar dos trancos e barrancos, cresce a cada dia.
(ao contrário de certas nações, que um dia foram motivo de orgulho...)
...
P. S.: Como previsto, muitos por aí fizeram juras de amor ao sábado cristão e meio que impuseram o culto às 19h. Respeito - mas reitero: a concentração, no horário do jogo, será tendendo a zero.
P. S. II: Ironia das ironias, Haaland começou a acabar com o jogo no momento em que muitos saíram de casa para dirigir-se às Igrejas - e o jogo acabou às 19:04h, dentro do "atraso regimental" que costuma ocorrer antes do início de cada culto.
Quem foi para o serviço divino, portanto, perdeu menos do que se imaginava... mas isso porque não teve prorrogação ou pênaltis. Nesse caso... ainda bem que não teve, né? Menos mal...
29.6.26
8.5.26
Helena Raquel: quando a denúncia vira pretexto para "o de sempre", FUJA!

10.4.26
O que ocorreu com os discípulos após a ascensão de Cristo?
@horizongeo O que aconteceu com os apóstolos após a ressurreição de Jesus? #mapas #geografia #jesus ♬ som original - Horizon Geo
5.6.25
Observações de aulas antigas de EBD, sobre liberalismo teológico... para leigos e não-tão-leigos-assim...
- o liberalismo teológico não é uma religião, mas uma corrente de pensamento - ele se liga à religião, mudando a forma pela qual ele pensa - um vírus que altera a interpretação teológica, submetendo os conceitos bíblicos à ordem social vigente (e deturpando a Igreja);
- o maior problema do liberalismo está no efeito rebote junto aos ortodoxos: para se tornar imunes ao movimento se agarram à confessionalidade de forma tão incisiva que repudiam quaisquer mudanças e atualizações que possam oxigenar a Igreja;
- separar "as Escrituras" da "Palavra" de Deus, declarando que aquilo que não se pode provar cientificamente é figurado: a Ciência comanda a Fé, não o contrário - tornando a Bíblia num livro "falível", submetido às regras do mundo;
- pergunta constante: porque o religioso quer aprovação da sociedade?
- para não ser "atrasado" diante do mundo o religioso subverte a mensagem bíblica, fazendo com que a Igreja perca sentido enquanto portadora da mensagem divina;
- resultado: sal que não salga, igrejas iguais ao mundo, e ortodoxos agindo como remanescentes, agarrando-se ao século XIX para evitar os erros do século XXI;
- o liberalismo é perigosíssimo porque se traveste de igreja respeitável para falar ao povo, distorcendo conceitos e colocando Jesus de lado para ficar de bem com a sociedade;
- voltando à pergunta: porque o religioso quer aprovação da sociedade?
- o cristianismo depende de fatos históricos, a partir do momento em que a gente acreditar que tudo é experiência a fé se perde, e o conceito de Igreja se dilui em "modernismo";
- de novo: porque o religioso quer aprovação da sociedade? para ser aceito por ela?
- o liberalismo teológico despreza a fé, tirando dela a autoridade para falar "per se" (e, com isso, joga todo o conteúdo sobrenatural da Bíblia no lixo - como desprezar a oração, por exemplo, dizendo que era apenas meditação);
- a teologia liberal abre espaço para outras "bombas", como ecumenismo irrestrito e adoção do progressismo como base auxiliar de doutrina (além de críticas aos ortodoxos, em especial às suas lideranças, acusando-os de ser parte do "atraso" da sociedade);
- o ortodoxo, no afā de manter-se imune ao liberalismo, passa a atacar tudo o que representa ameaça à Igreja tradicional - e, sem querer, acaba agindo de forma preconceituosa e ignorante (ao invés de ser inteligente);
- a teologia liberal é "bonitinha", todos fomos educados com base no iluminismo do qual ela bebe, MAS... o cristianismo não é uma religião feita para se adequar à sociedade, mas para subvertê-la e conquistá-la;
- de novo: porque o religioso quer aprovação da sociedade? para ser aceito por ela? ora... de que adianta ser aceito pela sociedade e perder a natureza principal, aquilo que você é?
- por outro lado... o medo do liberalismo teológico não pode, nem deve impedir a Igreja de entender as mudanças da sociedade, adequando-se aos desafios do século XXI sem perder a essência que veio dos reformadores;
- precisamos nos aprofundar do conhecimento nas Escrituras, MAS... um país no qual estudo filosófico é desprezado pode ensinar teologia a fundo? Além disso, relembremos: o remédio em excesso pode matar o doente - trazendo efeitos colaterais como hipocrisia (na base da pirâmide) e corrupção (no topo), por exemplo.
- para pensar, aliás: o liberalismo teológico mata a Igreja, mas o excesso de ortodoxia a atrofia... além disso, será que a Igreja "morreu" pelo liberalismo ou porque a sociedade virou as costas para Deus, forçando os Estados confessionais a relativizar as verdades bíblicas para manter um "cristianismo nominal" como religião oficial de nações que já não seguem a Cristo (ou nunca seguiram, de fato)?
e, para pensar...
porque o religioso quer aprovação da sociedade mesmo?
1.4.25
Genro do presidente do Conselho de Anciães da CCB na Igreja Presbiteriana: isso é polêmico inclusive na IPB...
@heinaroficial BOMBA! EX-ANCIÃO RICARDO PAVANELLI ABANDONA a CCB e vai PARA a IGREJA PRESBITERIANA de PINHEIROS
♬ som original - Carlos Heinar
11.3.25
Para pensar, sobre os evangélicos brasileiros
Ainda escreverei um texto sobre o assunto, mas o início já está pronto.
6.3.25
Perguntei para a IA: "Compare a estrutura dos dons espirituais (apóstolos, pastores, evangelistas, mestres e profetas) com os níveis de diretoria modernos (chamados C-Level)." Eis a resposta, bem inteligente:
Essa é uma comparação criativa e instigante! Vamos alinhar os dons espirituais mencionados — apóstolos, pastores, evangelistas, mestres e profetas, conforme descritos em Efésios 4:11 na tradição cristã — com os níveis de diretoria modernos (C-Level, como CEO, COO, CFO, etc.) em uma organização corporativa. A analogia exige certa flexibilidade, já que os contextos (igreja primitiva versus empresas contemporâneas) são distintos, mas podemos traçar paralelos com base em funções, responsabilidades e impacto. Vou estruturar isso de forma clara e comparativa.
- Apóstolos:
- Função: Na igreja primitiva, os apóstolos eram "enviados" (do grego apostolos, "mensageiro") para fundar comunidades, estabelecer doutrina e liderar a expansão do cristianismo. Eram visionários com autoridade máxima, como Paulo ou Pedro.
- Características: Liderança estratégica, visão de longo prazo, capacidade de inspirar e iniciar movimentos.
- CEO:
- Função: O diretor executivo define a visão da empresa, toma decisões estratégicas e representa a organização perante stakeholders. É o "rosto" da companhia.
- Características: Foco em inovação, crescimento e alinhamento da equipe com os objetivos globais.
- Paralelo: Ambos são os arquitetos principais. O apóstolo planta igrejas e define rumos espirituais; o CEO cria a cultura corporativa e guia a empresa para novos mercados. A diferença está no propósito: um é espiritual, o outro é econômico.
- Pastores:
- Função: Literalmente "pastores de ovelhas" (do latim pastor), cuidam do rebanho — os fiéis. São responsáveis pelo bem-estar espiritual, aconselhamento e manutenção da comunidade.
- Características: Empatia, gestão de pessoas, foco no dia a dia.
- COO:
- Função: O diretor de operações supervisiona as atividades internas, garantindo que processos funcionem e que a equipe esteja alinhada para executar a visão do CEO.
- Características: Habilidade operacional, resolução de problemas, cuidado com a "saúde" da organização.
- Paralelo: Tanto o pastor quanto o COO são os "gestores do cotidiano". O pastor nutre a comunidade espiritualmente; o COO mantém a máquina corporativa rodando. Ambos lidam com o "rebanho" (fiéis ou funcionários) de forma prática.
- Evangelistas:
- Função: São os "portadores de boas novas" (do grego euangelion), focados em espalhar a mensagem cristã e atrair novos convertidos. Felipe, o evangelista (Atos 8), é um exemplo.
- Características: Persuasão, comunicação, alcance externo.
- CMO:
- Função: O diretor de marketing promove a marca, conquista clientes e expande a presença da empresa no mercado.
- Características: Criatividade, estratégias de comunicação, foco em crescimento de público.
- Paralelo: Ambos são "vendedores" de uma ideia. O evangelista "marketeia" a fé para novos públicos; o CMO vende produtos ou serviços. A diferença é que o evangelista busca conversão espiritual, enquanto o CMO visa conversão comercial.
- Mestres:
- Função: Ensinam e aprofundam a doutrina, garantindo que os fiéis compreendam as escrituras e vivam de acordo com elas. São os guardiões do conhecimento teológico.
- Características: Expertise, análise, transmissão de saber.
- CTO/CIO:
- Função: O diretor de tecnologia (CTO) ou de informação (CIO) gerencia a infraestrutura técnica e o conhecimento que sustentam a empresa, inovando e resolvendo problemas complexos.
- Características: Profundidade técnica, pensamento analítico, capacitação da equipe.
- Paralelo: Mestres e CTO/CIO são os "cérebros" da operação. O mestre forma a base intelectual da igreja; o CTO/CIO assegura que a empresa tenha as ferramentas e o conhecimento para prosperar. O mestre lida com verdades espirituais; o executivo, com dados e sistemas.
- Profetas:
- Função: Inspirados por Deus, os profetas trazem visões do futuro, alertam sobre perigos e corrigem rumos. Na igreja primitiva, ajudavam a discernir a vontade divina.
- Características: Intuição, previsão, orientação de longo prazo.
- CSO:
- Função: O diretor de estratégia (ou um conselheiro visionário, em empresas sem esse cargo formal) antecipa tendências, planeja o futuro e alinha a organização com mudanças externas.
- Características: Visão prospectiva, adaptação, influência indireta.
- Paralelo: Ambos são os "videntes". O profeta interpreta sinais divinos para guiar a comunidade; o CSO lê o mercado e o ambiente externo para posicionar a empresa. A diferença está na fonte da visão: sobrenatural versus analítica.
- Propósito: Os dons espirituais visam edificar a igreja e glorificar Deus; os cargos C-Level buscam lucro e sustentabilidade corporativa.
- Hierarquia: Na igreja primitiva, os dons eram interdependentes, sem uma hierarquia rígida (embora apóstolos tivessem primazia). No mundo corporativo, o CEO está claramente no topo.
- Fonte de Autoridade: Os dons derivam de chamado divino; os C-Levels, de mérito profissional e estrutura organizacional.



