11.4.10

Mexidão dominical

Manhã de domingo, preparação para o almoço, música de fundo e inquietações gerais sobre diversos assuntos durante a semana, que renderiam posts isoladamente mas que perderam o tempo de cozimento, ou de elaboração requintada.

Logo, o que fazer?

Juntar tudo numa mesma panela, cozinhar em fogo médio e soltar o que em Minas se chama de “mexido” – o que nesse blog significa falar um pouco de tudo, rápido e rasteiro, e misturar os sabores da vida, todos na mesma panela.

Como é, aliás, o gostoso mexidão de arroz, feijão e ovo, que a musa tanto gosta.

Niterói.

Tragédia. Sofrimento. Solidariedade.

Mas também falta de bom senso: dos governos, em dizer que está tudo bem quando não está, e das oposições, em questionar porque dinheiro que não foi pedido para as enchentes antes não chegou.

E, mais ainda, falta de bom senso das emissoras de TV, que mostram exemplos dos extremos de limpeza para o lixo brasileiro - Tóquio e Estocolmo, principalmente.

Esquecendo-se de que lá existe respeito pelo ser humano e ousadia para quebrar tudo e refazer o que está defasado ou fora de padrões de segurança e meio ambiente.

Coisa que exige engenharia, inovação … e DINHEIRO.

Aliás, dê-me dinheiro e eu faço o mundo ficar bem melhor – acredite.

Serra e Dilma lançaram o bloco na rua ontem, e deram o tom do que será o segundo semestre de 2010 na política brasileira.

Ele, falando num um país que “pode mais” e explorando os valores da classe média a fundo enquanto deixa os assessores baterem abaixo da cintura.

Ela, explorando a ligação com os movimentos sociais e escondendo-se atrás do governo mais vitorioso da Nova República para dizer que não fugirá da raia.

E o Brasil dos politizados bate bumbo – esperando a hora da batalha.

No meio do tiroteio, Marina e Ciro esperando a oportunidade para tentar um milagre, nesse bipartidarismo de esquerda que se desenha para o futuro brasileiro.

E que sempre será decidido pelo centro pragmático.

O que quer resultados.

Não importa como.

Legendários, na Record: muito auê, um riso ou outro, alguns constrangimentos, muitas dúvidas sobre os quadros.

E uma certeza: o que está na MTV deveria ficar sempre na MTV.

E com esses detalhes vou encerrando o meu mexidão - agradeço à todas as pessoas que acessam esse blog, semanalmente, diariamente ou ocasionalmente.

Ou mesmo procurando por coisas bizarras, como o plural de toner, ou reclamações de uma mãe sobre conteúdo ensinado na escola, ou sobre o auxílio-reclusão.

Mas devo lembrar-lhes que todo blogueiro tem um fetiche, ou um complexo.

Feedback.

Todo blogueiro adora ouvir os comentários, saber se está agradando, ou pelo menos que lhe digam “olá, tudo bem, como vai a família?”.

Por isso, o aviso aos navegantes desse mexidão: comentem, seja pelo link abaixo ou pelo formspring - que fica aqui ao lado, e que serve, justamente, para que se pergunte, sobre qualquer assunto que lhe vêm à cabeça.

Que é, aliás, o motivo pelo qual o autor criou esse blog.

E que só existe, bem lá no fundo, por causa de quem o lê.

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