Poesia

 
fimderoma
 
os bárbaros,
às portas de Roma,
espreitam, qual chacais,
o império decadente;

junto à cidade
crescem os lírios,
sem saber do desastre
que se anuncia.

e, mais que o terremoto,
o incêndio ou a enchente
é do homem que se tem que ter medo,

pois esse inimigo é cruel,
tem autocontrole, desejo de vingança,
e, quando ataca, sabe o que quer;

destrói exatamente o que deseja,
mata, fere e deixa sequelas,

e ainda, te olha no olho,
para que nunca, jamais, se esqueçam
de quem ele é.

fps, 18/04/2011, 18:00


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