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Mostrando postagens de Agosto, 2013

Prosa

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Preparam-se corpo e mente para começar o exercício. E o músculo reclama, previamente. Um, dois, três ... quatro, cinco, seis ... sete ... oito ... Até quinze. O mesmo movimento. A mesma toada. E só uma diferença: a dor. Dificuldade. Resistência. Mais uma série ... um, dois, três ... E outra. Um, dois, três ... A dor aumenta, na articulação, preguiçosa ou cansada. O corpo cansa. A mente cansa. Enfim, "o carro canta". Mas continuar é preciso. Quatro, cinco, seis, sete, oito exercícios. E a mesma sequência. Um, dois, três ... Quinze, aaaah! Finalmente, deito. Dou-lhe a mão. Uma distração, outra distração. Outra, e outra ... E o puxão. Que dói. No corpo, no músculo, na articulação muito mais do que na alma. Nove puxões, em todos os planos, depois, tudo está "prontinho". E o gelo conforta o músculo cansado. E o corpo, extenuado. Ao longe, um passarinho canta. E a mente, voa. fps, 16/08/2012, 22:58

Poesia: Sexta

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Sexta
Noite, de um dia de outono, comida farta na mesa, depois do jantar, sobremesa. Descanso, logo vem o sono, e o acordar tarde, certeza de que não se irá à empresa. Sejam bemvindos à sexta-feira. De validos e vencidos, do início da gandaia. Da preparação para o sábado, dia sagrado dos judeus. De trabalho para alguns, de expectativa de outros, dos vendedores a espera. E, para muitos, descanso, expectativa de sono, justo, gostoso e tranquilo, do povo que chega às onze enquanto outros vão às baladas e não voltarão tão cedo. (isso se voltarem) Mas o fato é que ... uaaah ... é sexta-feira. Noite, de um dia de outono, a comida é farta na mesa; depois do jantar, sobremesa. Descanso, logo vem o sono, e uma certeza: Amanhã, não se irá à empresa. fps, 17/07/2009, 18:26