Poesia



bela e faceira e adorada filha de safo,
uma pena que teu bom gosto seja minha ruína.

vós, que me fascina,
atrai pelo corpo; e a alma seduz ...

... oh, desabafo!

por ti me faço todo,
me refaço, tudo, 
todo,

todo de novo.

todo novo.

toda nova,
renasço.

loira, morena, ruiva, 
divina sede que consome.

quem me dera que reencarnes num belo guapo,
e eu numa deusa de ébano,
para me cantares a vida toda.

e eu te dizer, sempre:

sim.

fps, 07/10/2013, 23:19

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conclusões sobre a Lei Seca

Poesia: Desespero da Arlequina

Dória prefeito: a vitória do que São Paulo é sobre o que ela deveria ser