Poesia


Saudades dos tempos áureos,
em que me acordavas só para ver-me.

Só para ter-me.

Saudades, de priscas eras,
de teu sonho, teu sono, teu seio.

Teu gosto.

Hoje, só penso,
só devaneio.

Só olho, os tempos que passam,
a aurora da vida, 
o poente, que vai.

Saudades dos tempos áureos,
em que acordavas-me só para ver-me.

Só para ter-me.

Só.

E era muito bom.

fps, 23/07/2015, 02:40

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Conclusões sobre a Lei Seca

Poesia: Desespero da Arlequina

Dória prefeito: a vitória do que São Paulo é sobre o que ela deveria ser