Pitacos diversos, em tempos de manifestação



"Coxinhas" saem as ruas no dia 16. "Petralhas", no dia 20. Mas o cidadão comum, este ficará em casa.

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Projeto da Prefeitura quer mudar nomes de ruas relacionadas à ditadura. Custear as despesas de quem vai ter que trocar todos os dados por causa da mudança, ninguém quer, né?

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Monotrilho, Sabesp, Osasco. Mas São Paulo, o Estado, não está em crise.

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Governo Federal: enquanto o comércio fecha as portas, Dilma fecha as janelas do carro. Como os governantes soviéticos, finge que está tudo bem. Até quando, não sei.

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Marta se mexendo, Russomanno e Datena, até João Doria no páreo. E eu com raiva, porque o Haddad poderia ser tudo de bom - mas preferiu governar para os 2% que não valem nada.

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Enquanto a cidade estiver nas mãos de gente que conhece mais da Europa do que do boteco da esquina, devemos sentar. E chorar. E esbravejar. E votar em quem expulse os "vendilhões do templo" da Prefeitura.

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Igrejas não pagam impostos - mas não é isso que diz a lei. Ela fala em "templos de qualquer culto". Budistas tem seus templos, e os terreiros dos orixás também são isentos, assim como os centros espíritas. 

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Logo, se Cristo pagar imposto, que Buda e Ogum também contribuam com sua cota.

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E aqui estão meus pitacos. Assuntos esparsos, para o blog não ficar parado - enquanto não arranjo algo para me inspirar e escrever à beça por aqui.

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Por enquanto é só, pessoal. Volto já. Bye.

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