Companhia japonesa em início de operações no Brasil é aconselhada pelo RH a dispensar seus funcionários em dias de jogos - e ignora o aviso.
No primeiro dia: recorde de faltas.
No segundo dia, colocam televisores nos setores e mantém a produção ativa.
Resultado: recorde de erros.
No terceiro, capitulam. Interrompem a produção no horário do jogo, atendendo ao bom senso.
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"Mas a Confissão, na pergunta 'tal'...".
Sim, há o dever de respeitar o quarto mandamento, mas também se sabe que aquele que faz a obra do Senhor relaxadamente é maldito - ainda mais com motivos suficientes para não se concentrar no culto, como aquele "ooh" após o ataque da "canarinho", ou o grito de "gol" desavisado de alguém na porta do templo - seguido pelos estampidos entre agradecimentos (ou súplicas, a depender do resultado).
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Não tinha futebol no Antigo Testamento, nem no Novo - mas também não tinha Seleção, nem Brasil, este país no qual o Evangelho, apesar dos trancos e barrancos, cresce a cada dia.
(ao contrário de certas nações, que um dia foram motivo de orgulho...)

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