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Mostrando postagens de Abril, 2015

Poesia: Paradoxo do feminismo sem sentido

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meu irritante desejo ao ler o mimimi feminista é falar: "deixa, vocês acham que essa autoridade era legal".
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tem gente que não sabe que ser preso por pensão era fundamental quando mulher não saia à rua.
e que homem, quando ficava inválido, quebrava uma família. não só a si mesmo.
levar o mundo nas costas é um legado  se você tem caráter.
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o mundo não é legal com quem tenta respeitar a si mesmo.
a marcha das vadias é uma bobagem, feminista que se preza não anda pelada na rua.
periguete quer chamar a atenção.
estuprador é doido, vai para a cadeia, e lá, não tem perdão.
porque bandido tem mulher, e mãe.
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lucidez é o que falta na discussão misândrica.
ada foi a primeira programadora, mas babbage foi o pai do hardware. e ambos programaram uma máquina que não existia.
ele faliu uma fidalga, ela morreu de câncer.
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imaginar homens e mulheres em cantos separados é como pensar na babaquice da vida.
ganhamos todos pouco, mulheres, menos ainda; mas pior é que trabalhador bar…

Poesia, política e forte

Maldições
Infeliz o homem que faz do mundo seu cativeiro. Infeliz o homem que faz de escravo seu irmão. Infeliz o homem que mata por dinheiro. Infeliz o homem que destrói um coração.
Maldito seja aquele que corrompe o ser humano, e que desgraça, em sua vida, os que estão junto de si. Maldito o ingrato que destrói a natureza, maldito seja todo o que faz o mal aqui.
Malditos, nesse mundo, são mui grandes, como as pedras, que trazem aos outros caminhos de um tropeço sem igual. Maldito, pois, seja aquele que, mesmo sabendo as faltas que faz, persiste, e ainda criando em torno de si uma falsa moral.



Maldito seja aquele que fala em nome do Pai, e nega a si mesmo.


fps, 10/01/1996

Maioridade penal: uma posição simplificada

Posted by Armandinho on Quarta, 1 de abril de 2015 A única vantagem de se reduzir a maioridade penal, no meu humilde entendimento, é que os adolescentes poderão (em tese) receber direitos que não lhe são permitidos pela tutela que o ECA lhes impõe. 
Qual o jovem que não quer dirigir, ter conta no banco, até casar sem a emancipação? Votar não vale: ninguém gosta, e muita gente não iria exercer esse "direito obrigatório", se não fosse, bem, obrigatório.
No mais, Fundação Casa e penitenciária, na prática, são quase a mesma coisa - se ato infracional manda para uma "cadeia de menores", melhor que se imponha restrições ao poder do Estado de punir (e da sociedade, de jogar no lixo seu futuro). Além disso, duvido que o paí de classe média aceitaria tranquilamente "sua criança" ir para a cadeia, tornar-se um aprendiz de bandido ou "mulherzinha da galera": nessas horas até o mais honesto se torna corrupto, e o verniz da cara-de-pau racha completamente.